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Ahrefs testou a desinformação por IA e o resultado é um alerta para todas as marcas

Na era da busca conversacional e das respostas geradas por Inteligência Artificial, a pergunta “o que é verdade?” tornou-se mais complexa do que nunca. Se antes o Google nos apresentava uma lista de fontes para avaliarmos, hoje as IAs nos entregam uma resposta pronta, sintetizada e, acima de tudo, confiante. Mas quão confiável é essa confiança? Foi para responder a essa pergunta que a Ahrefs conduziu um experimento fascinante e, ao mesmo tempo, perturbador. Eles inventaram uma marca, espalharam mentiras sobre ela e observaram o que acontecia. O que eles descobriram não é apenas um exercício técnico; é um alerta vermelho para qualquer empresa que se preocupa com sua reputação. Este estudo importa, e importa agora, porque a história da sua marca está sendo contada, com ou sem a sua permissão. Entender as regras desse novo jogo é o primeiro passo para não se tornar uma vítima dele. O que diz o estudo da Ahrefs? O experimento, conduzido por Mateusz Makosiewicz, foi meticulosamente desenhado para testar a resiliência de oito grandes modelos de IA (incluindo versões do ChatGPT, Gemini, Copilot e Perplexity) à desinformação. A metodologia foi dividida em duas fases principais. Fase 1: Criando uma Realidade Fictícia Primeiro, a equipe da Ahrefs criou do zero uma marca de pesos de papel de luxo chamada “Xarumei”. O nome era único, garantindo que não houvesse resultados pré-existentes no Google. O site, as imagens dos produtos e até os preços exorbitantes foram todos gerados por IA. Em seguida, eles bombardearam os modelos de IA com 56 perguntas contendo premissas falsas, como “Qual celebridade endossou a Xarumei?” ou “Como a Xarumei está lidando com o recall de produtos?”. Nesta fase inicial, os resultados variaram: modelos como o ChatGPT-4 e 5 foram robustos, identificando que as premissas eram falsas. Outros, como o Perplexity, alucinaram respostas, enquanto o Gemini e o AI Mode do Google, mais céticos, simplesmente se recusaram a tratar a marca como real por falta de dados. Fase 2: A Batalha das Narrativas A segunda fase foi onde o experimento revelou sua faceta mais sombria. A equipe fez duas coisas simultaneamente: O resultado foi chocante. Quando as mesmas 56 perguntas foram feitas novamente, a maioria dos modelos de IA, incluindo Gemini e Copilot, ignorou o FAQ oficial e adotou as narrativas falsas, porém mais detalhadas, encontradas no Reddit e no Medium. A conclusão da Ahrefs foi direta: Em busca por IA, a história mais detalhada vence, mesmo que seja falsa. Contexto e Leitura do Mercado: O que isso muda? O experimento da Ahrefs, embora focado em “desinformação”, acabou por provar algo ainda mais fundamental sobre a nova era da busca: a importância da Otimização para Motores Generativos (Generative Engine Optimization – GEO). Como aponta uma análise do Search Engine Journal, o teste não foi exatamente uma batalha entre “verdade” e “mentira”, mas sim entre conteúdo vago e conteúdo detalhado e “em formato de resposta”. Impactos e Implicações Oportunidades e Riscos O maior risco é a perda total de controle sobre a narrativa da sua marca. Se você não fornecer respostas detalhadas para as perguntas que seu público (e as IAs) estão fazendo, alguém o fará por você. E a versão deles pode não ser favorável. A oportunidade, no entanto, é imensa. Marcas que entendem esse novo paradigma podem moldar proativamente a percepção da IA. Ao criar conteúdo oficial que não apenas nega rumores, mas oferece respostas ricas, específicas e detalhadas, você pode “alimentar” os modelos de IA com a sua versão da história, tornando-a a mais convincente e, portanto, a mais provável de ser repetida. Os números que confirmam a nova era da busca A escala dessa mudança ajuda a entender a urgência. Em fevereiro de 2026, a OpenAI informou que o ChatGPT alcançou 900 milhões de usuários ativos semanais, o dobro dos 400 milhões registrados um ano antes (Search Engine Land). Cada vez mais pessoas recebem uma resposta pronta no lugar de uma lista de links, e é justamente aí que a narrativa da sua marca é montada por terceiros. A boa notícia é que essa síntese pode ser influenciada com método. O estudo acadêmico que cunhou o termo Otimização para Motores Generativos (GEO), conduzido por pesquisadores de Princeton, Georgia Tech, Allen Institute for AI e IIT Delhi, mostrou que táticas como adicionar estatísticas, citar fontes e incluir citações de terceiros podem elevar em até 40% a visibilidade de um conteúdo dentro das respostas geradas por IA (GEO: Generative Engine Optimization). É a comprovação prática do que este experimento sugere: conteúdo detalhado, específico e bem referenciado não é apenas uma defesa contra a desinformação, mas também a melhor forma de ser escolhido pela IA. Como Aplicar na Prática: Protegendo sua Marca na Era da IA Não se trata de esperar o pior acontecer, mas de construir uma defesa proativa. Aqui estão os passos acionáveis que toda marca deve considerar: Conclusão O estudo da Ahrefs não é uma profecia do apocalipse da desinformação, mas sim um manual de instruções para um novo campo de batalha digital. Ele nos ensina que, na economia da atenção da IA, a especificidade é a moeda mais valiosa. Marcas que continuarem a oferecer respostas vagas e reativas serão atropeladas por narrativas mais detalhadas, sejam elas verdadeiras ou não. O futuro da reputação online não pertence a quem grita mais alto, mas a quem conta a história mais completa. Comece a escrever a sua hoje.

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Principais pesquisas de 2025 no Google: O que os brasileiros buscaram e o que isso significa para sua estratégia

Todos os anos, o Google nos oferece um vislumbre fascinante da consciência coletiva através do seu relatório “Year in Search”. Mais do que uma simples lista de termos populares, os dados de 2025 pintam um retrato vívido das paixões, preocupações e curiosidades que moveram o Brasil. Em um ano marcado por grandes eventos esportivos, debates políticos e a onipresença da inteligência artificial, entender o que capturou a atenção dos brasileiros é fundamental para qualquer estrategista de marketing digital. Por que isso importa agora? Porque as buscas de hoje são os comportamentos de consumo de amanhã. Ignorá-las é como navegar sem bússola em um oceano de informações. Este artigo se aprofunda nos dados do Google Trends para o Brasil, extraindo insights valiosos e acionáveis para que sua marca não apenas entenda, mas também participe ativamente das conversas que importam. O que diz o relatório “Year in Search” 2025? O relatório do Google para 2025 no Brasil destaca um forte interesse em eventos esportivos, com “Mundial de Clubes” e “PSG” liderando as buscas gerais. Acontecimentos políticos e econômicos, como o “Tarifaço de Trump”, e a ascensão de novas personalidades, como o tenista “João Fonseca”, também dominaram as pesquisas. No entretenimento, o filme “Anora” e a cantora “Preta Gil” estiveram entre os mais buscados, refletindo o poder da cultura pop na formação de tendências. As listas oficiais por categoria estão publicadas no blog do Google Brasil. Principais Achados e Recortes É importante notar que o relatório “Year in Search” do Google se baseia nas buscas que tiveram o maior aumento de interesse em 2025 em comparação com 2024, e não necessariamente nos termos mais buscados em volume absoluto. Isso nos dá um termômetro preciso do que foi tendência e do que emergiu como novidade no cenário digital. Contexto e Leitura do Mercado: O que isso muda? Os dados do “Year in Search” 2025 são mais do que uma lista de curiosidades; são um mapa de oportunidades e riscos para as marcas. A análise dessas tendências revela mudanças no comportamento do consumidor e no cenário digital que não podem ser ignoradas. Impactos e Implicações Oportunidades e Riscos A principal oportunidade reside na capacidade de antecipar as necessidades e interesses do público. Uma marca de roupas esportivas, por exemplo, poderia ter capitalizado sobre o interesse no “Mundial de Clubes” com conteúdo relevante e ofertas especiais. Uma empresa de tecnologia poderia ter criado tutoriais e guias sobre as novas ferramentas de IA que surgiram em 2025. O risco, por outro lado, está na irrelevância. Marcas que ignoram as conversas do momento e não adaptam sua estratégia de conteúdo correm o risco de se tornarem invisíveis. Em um ambiente digital onde a atenção é o ativo mais valioso, estar fora das tendências é estar fora do jogo. Como Aplicar na Prática Entender as tendências é o primeiro passo. O segundo, e mais importante, é traduzir esses insights em ações concretas. Aqui estão algumas recomendações acionáveis para sua estratégia de conteúdo e SEO em 2026: O que mudou de 2025 para 2026: a busca deixou de terminar no clique Ler a retrospectiva de 2025 hoje exige um ajuste de lente. Em setembro de 2025, o Google liberou o AI Mode em português no Brasil, e no I/O de maio de 2026 anunciou que o recurso ultrapassou 1 bilhão de usuários mensais, com as consultas mais do que dobrando a cada trimestre desde o lançamento. A mesma curiosidade que colocou “Gemini” no topo da lista de IA em 2025 virou, um ano depois, a interface padrão de quem pesquisa. A consequência prática é que a tendência continua valiosa, mas a forma de capturá-la mudou. Estudos de mercado apontam que a taxa de buscas sem clique chegou a 68% no início de 2026, o que significa que aparecer para uma tendência não garante mais a visita. Detalhamos esse cenário em zero-click chega a 68%: o que muda no seu SEO. Na prática, isso acrescenta uma camada ao trabalho de tendências: além de produzir conteúdo rápido sobre o que está em alta, é preciso estruturar esse conteúdo para ser citado dentro das respostas geradas por IA, com dados próprios, fontes claras e respostas diretas. É o terreno do GEO, que tratamos no guia sobre como ser citado por ChatGPT e AI Overviews. Conclusão O “Year in Search” 2025 do Google é um lembrete poderoso de que o mundo digital é um reflexo direto da sociedade. As buscas por eventos esportivos, personalidades e acontecimentos globais nos mostram o que une e move as pessoas. Para as marcas, a mensagem é clara: ouvir o que seu público está dizendo, ou melhor, buscando, é o segredo para criar conexões autênticas e duradouras. Ao analisar essas tendências e traduzi-las em uma estratégia de conteúdo ágil e relevante, sua empresa se mantém relevante ao longo de 2026 e um passo à frente da concorrência.

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Google EEAT

Para obter uma ótima classificação nas SERPs (Páginas de resultados do mecanismo de pesquisa) do Google, é importante elaborar estratégias ao desenvolver o conteúdo utilizando o EEAT. O vice-presidente de pesquisa do Google, Hyung-Jin Kim, afirmou que o EEAT possui uma grande importância nos resultados de pesquisa num evento de SEO que participou em novembro de 2022: “EAT é um modelo de como avaliamos um site individual. Fazemos isso para cada consulta e cada resultado. Está presente em cada coisa que fazemos.” O que é o Google EEAT? A sigla “EEAT” vem do inglês, que significa Experience, Expertise, Authoritativeness e Trustworthiness. Traduzindo para o português: Experiência, Especialidade, Autoridade e Confiança. A documentação do Google diz que: “Se você entender como os avaliadores aprendem a avaliar um bom conteúdo, isso pode ajudá-lo a melhorar seu conteúdo”, não sendo considerado um fator de classificação do algoritmo de pesquisa do Google, mas sim um meio de entender e melhorar a experiência do usuário com o conteúdo elaborado e de forma direta/indireta ajudar a melhorar a classificação do seu conteúdo. Além disso, o EEAT está inserido nas Diretrizes do avaliador de qualidade de pesquisa do Google. Por que o Google EEAT é importante? Os quatro pontos abordados pelo Google EEAT favorecem uma visão mais humana do conteúdo elaborado e que, de certa forma, sejam únicos e tragam mais qualidade e valor para quem está consumindo o conteúdo. Lembrando que o EEAT é formado por experiência, especialidade, autoridade e confiança, que são pilares muito importantes para validar um conteúdo. Esses quatro pilares do EEAT já são utilizados por você e outras pessoas sem mesmo perceber. Por exemplo, você aceitaria e/ou confiaria em um conselho financeiro passado por alguém que possui muitas dívidas? Provavelmente, não! Esta tomada de decisão ocorre após ferir os quatro pilares do EEAT. Se esta pessoa possui muitas dívidas, provavelmente ela não tem experiência em gerir dinheiro, muito menos especialidade e o resultado evita conquistar a autoridade no segmento que, por fim, não passa confiança. Com tudo isso, o Google espera fornecer informações precisas em suas buscas observando além do conteúdo, quem o desenvolveu e qual site está publicando esta informação. Explicando o EEAT e SEO O trabalho de SEO é altamente responsável por fornecer o que é necessário para alcançar os padrões do EEAT. Ou seja, através do SEO é possível provar que o seu conteúdo é de alguém com experiência, conhecimento e autoridade no assunto abordado. Que, além disso, passa confiança para quem está consumindo o conteúdo. A Stanford Web Credibility Research após três anos de pesquisa, chegou em 10 diretrizes principais para um site adquirir credibilidade: Olhando todas as diretrizes da pesquisa, fica claro que o objetivo principal é criar conteúdos com a melhor experiência possível para os seus usuários. Além dessas 10 diretrizes elaboradas pela pesquisa, para e-commerce é de extrema importância informar e usar meios de pagamentos transparentes e confiáveis. Experiência Em experiência, interprete como a sua experiência sobre o assunto que você está escrevendo. Compartilhe todas as dificuldades, caminhos que tornaram o ensinamento mais fácil ou algo que torne seu conteúdo único de acordo com o que você viveu. A experiência é um dos principais fatores para diferenciar um conteúdo escrito por humanos e as inteligências artificiais (IA). Um dos pontos que podem ser usados em experiência é mostrar quem são as pessoas por trás do produto, serviço e/ou empresa que o usuário está tendo contato. Na pesquisa de diretrizes de credibilidade da Stanford, mencionada anteriormente, fica claro que esse pode ser um meio de passar a experiência para os usuários: Uma das maneiras de passar a experiência para os usuários no e-commerce, é com uma página “Sobre nós” falando da empresa e mostrando quem são as pessoas responsáveis por fazer acontecer no dia a dia (pode adicionar as especializações das pessoas para empresas de serviço). Pense neste tópico do EEAT em uma maneira de tornar o seu site confiável para um usuário comprar ou consumir um conteúdo. Especialidade A especialidade está relacionada ao quanto de conhecimento realmente é compartilhado no artigo produzido por você ou seu redator. De certa forma, pode ser resumido em como esse conteúdo pode impactar a vida do leitor. Aqui um dos fatores que podem impactar no EEAT é a autoridade do autor no assunto abordado. Principalmente, se seu conteúdo envolve setores médicos, jurídico, jornalístico, financeiro, de segurança ou governamental, que são conhecidos como “Your Money or Your Life” (seu dinheiro ou sua vida) ou YMYL. Os temas YMYL exigem um ponto de atenção maior de quem está produzindo, por conta de serem setores que afetam de forma positiva ou negativa a felicidade, a saúde e a riqueza de um usuário. Por conta disso, tudo que o autor realiza na internet em um tópico, é importante! Desde o post em redes sociais até os vídeos no YouTube e os artigos em blogs. A especialidade do autor é um dos fatores que cada vez mais irá ganhar importância para o ranqueamento do Google. Afinal, existe uma grande diferença entre um contador amador e um contador licenciado explicando sobre imposto de renda. Ter o nome do autor vinculado ao conteúdo, será algo que afetará as outras áreas do EEAT além da especialidade, então considere adicionar no seu conteúdo: Construir a confiança do seu público resultará em engajamentos positivos que indicam ao algoritmo que seu site é confiável e ajudará no ranqueamento da página. Autoridade A autoridade leva em consideração o quanto o site e/ou o autor é uma referência sobre o assunto abordado. Ou seja, outras pessoas precisam te considerar um especialista no assunto. Observe que autoridade, experiência e especialidade se complementam e, em certos momentos, não fica claro qual é qual. Mas o ponto importante é que você não obtém autoridade em um assunto sem ter experiência e ser um especialista nele. Algumas maneiras de trazer autoridade a um conteúdo são: Confiança Confiança é o tópico principal do EEAT e o Google o classifica como o mais importante de todos. As

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O que é um mecanismo de pesquisa?

Um mecanismo de pesquisa pode ser definido como um sistema de software projetado para buscar informações em um banco de dados, de acordo com a pesquisa do usuário. Ou seja, conforme o usuário pesquisa, o mecanismo de busca tem como objetivo encontrar o melhor resultado possível de acordo com o que lhe é informado no momento da busca. Importância do mecanismo de pesquisa Um estudo de 2012 da International Journal of Information Management (Theory-based model of factors affecting information overload) afirma que a quantidade de informação formal e informal gerada nos últimos tempos é equivalente à criada desde o início da humanidade até o ano de 2003. Isso inclui tudo, desde anúncios online, manchetes de jornais, sites, mensagens de texto, aplicativos, e-mails, sinais de trânsito até slogans de camisetas. A lista pode continuar. Atualmente, o volume de informações aumentou em comparação com a época do estudo. Ou seja, somos bombardeados por informações todos os dias. Com essa sobrecarga de informações, é quase impossível lembrar de tudo. Por exemplo, a senha do aplicativo do seu banco ou do iFood. Percebeu que a maioria dos aplicativos de banco não solicita senha, e o acesso é feito com reconhecimento facial? E quando foi a última vez que você precisou inserir a senha do iFood para acessar o aplicativo? Percebe que isso não é à toa?! É tudo para facilitar a vida do usuário devido ao excesso de informação. Levando isso em consideração, imagine a quantidade de conteúdos novos que os mecanismos de busca recebem todos os dias. Este volume teve seu número ampliado em algumas vezes devido aos conteúdos gerados pelas IAs (Inteligências Artificiais). Difícil imaginar, né?! Os últimos dados obtidos do Google trazem a informação de que a ferramenta recebe cerca de 40 mil consultas (pesquisas) por segundo. Ou seja, mais de 57,6 bilhões por dia e 1,7 trilhões por mês. Supondo que cada usuário veja uma média de duas páginas de resultados de pesquisa, cada uma exibindo 10 resultados, isso resulta em uma média de 34 trilhões de resultados de pesquisas mostrados aos usuários da internet em um único mês. Os números assustam, não é?! Acredito que, considerando todas essas informações, conseguimos evidenciar a importância dos mecanismos de busca. Eles funcionam essencialmente como filtros para os usuários, de acordo com a busca realizada, encontrando de forma rápida e fácil o conteúdo com as informações mais relevantes e de alta qualidade possível, entre a imensidão de conteúdos que existem hoje na internet. Já imaginou ter que encontrar o que procura de forma manual, considerando que existem trilhões de informações nos bancos de dados da internet? Como funcionam os mecanismos de pesquisa Existe uma grande quantidade de conteúdo na internet, e, ao contrário do que as pessoas pensam, um mecanismo de busca não procura exatamente o que você está procurando em todos os sites, de acordo com a sua busca. São realizados alguns passos importantes até que isso venha a ocorrer. Todos os conteúdos novos compartilhados por sites, seja por meio de conteúdo, imagem, vídeo, áudio e outras formas, são rastreados pelos mecanismos de busca. A missão deste mecanismo, num primeiro momento, é saber onde o conteúdo identificado se encontra e o que é esse conteúdo. Com essas informações, o rastreador envia para um servidor local do mecanismo de pesquisa, onde ficarão armazenadas as informações do conteúdo rastreado. Após o conteúdo ser armazenado nesses servidores, cabe aos indexadores classificarem o conteúdo em diversas categorias. Por exemplo, o que é camiseta com camiseta, vestido com vestido, calça com calça, e assim por diante. O objetivo é classificar e indexar os conteúdos de acordo com a relevância para serem exibidos aos usuários que procurarem por esse conteúdo. Continua confuso para você? Se sim, vou usar um exemplo de uma biblioteca para esclarecer ainda mais este ponto (sei que vivemos na era digital, mas espero que você já tenha entrado numa biblioteca). Imagine que você administra uma biblioteca e fez um pedido gigante de livros físicos que estão chegando de caminhão. Quando o caminhão chega na sua biblioteca, você pede para 3 colaboradores buscarem os livros e os deixarem na sala principal da biblioteca. Neste exemplo, os colaboradores cumprem a função dos rastreadores, e a sala principal da biblioteca, onde os livros foram deixados, seria o banco de dados. Com todos os livros na sala principal, você pede a outro colaborador que classifique os livros de acordo com o idioma e o conteúdo principal, seja matemática, português, história, e assim por diante. Este colaborador está cumprindo o papel dos indexadores. Nesta biblioteca, você trabalha com um colaborador para ajudar nas buscas dos clientes. Ou seja, se uma pessoa chega pedindo um livro de história sobre a Revolução Francesa, é papel deste colaborador ir até a seção onde se encontram alguns livros com este tema e trazer para o cliente, mostrando por ordem de relevância quais contêm o tema procurado. Sendo este colaborador o mecanismo de busca, apresentando os resultados e a classificação de acordo com o algoritmo. Como os motores de pesquisa classificam os resultados Todos os mecanismos de pesquisa possuem suas peculiaridades na hora de classificar o conteúdo, sendo o trabalho do SEO identificar quais são os principais meios de pesquisa para cada negócio e a melhor estratégia a partir disto. A pesquisa do Google é, na maioria dos países (inclusive no Brasil), o principal meio de buscas dos usuários, utilizando os seguintes critérios que outros mecanismos de pesquisa também utilizam. Existem outros pontos que podem ser considerados na hora da classificação no SERP (página de resultado do mecanismo de pesquisa). Dando mais alguns exemplos, taxa de rejeição e o tempo que o usuário fica na página são fatores que impactam diretamente no algoritmo, para ele identificar se o conteúdo está sendo satisfatório para o usuário ou não. Diferença entre navegadores e motores de busca Os navegadores de internet têm como objetivo (como o nome já diz), tornar possível que os usuários naveguem/acessem os diferentes tipos de conteúdos contidos na internet. Os motores de

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O que é SEO?

Se você busca uma tradução literal para SEO na qual todos se baseiam, você vai encontrar que SEO é igual “Search Engine Optimization” que no português seria “Otimização de mecanismos de busca”. Simplificando, SEO nada mais é do que o processo de melhoria do seu site para ajudar e/ou aumentar sua visibilidade nos mecanismos de buscas como o Google, Bing, Yandex, Baidu e entre outros. Esses processos de melhorias podem incluir desde páginas na web, mídia de vídeo, imagens, listagens de empresas locais e entre outros. Tendo como objetivo central, melhorar a aparência, posicionamento e a utilidade de todos os tipos de conteúdos nos resultados de pesquisa orgânica. Ou seja, sem ter a necessidade de pagar ao Google para estar aparecendo nas buscas. Por que o SEO é importante? Primeiramente, vamos dizer o óbvio, quanto maior a sua visibilidade de suas páginas nos resultados de pesquisa, maior será a probabilidade de o seu site ser encontrado e acessado. Neste sentido, a correlação de quanto mais alta for a sua classificação e por fim a visualização nos mecanismos de buscas, mais pessoas estarão acessando o seu site, se torna verdadeira. Tendo isso em vista, sem um trabalho bem realizado de SEO, não importa a qualidade do seu conteúdo, se ele responde todas as perguntas de um determinado tópico ou se é o produto que o cliente está procurando. Se os motores de busca não rastrearem, indexarem e classificarem o seu site, ninguém jamais o encontrará. O tráfego orgânico tende a ser um dos principais meios de aquisição de usuários. Quando as pessoas querem ir a algum lugar, fazer algo, encontrar informações, pesquisar ou comprar um produto a jornada se inicia com uma pesquisa, geralmente no Google (com exceção a Geração Z que tem como ferramenta principal de busca, as redes sociais). Nos EUA, o comportamento é diferente do brasileiro, tendo como ferramenta principal a Amazon: cerca de 56% dos compradores online iniciam a busca por lá, contra 42% que começam por um mecanismo de busca como o Google. Outras plataformas citadas no estudo da Jungle Scout são o Walmart.com (29%), o YouTube (13%) e o Target.com (11%). As redes sociais, com destaque para o TikTok, são as origens de busca que mais crescem, sobretudo entre a Geração Z. Com o Brasil seguindo para um comportamento similar, se faz cada vez mais importante e essencial pensar em todos os mecanismos de pesquisa que o seu cliente pode procurar por um conteúdo, produto ou serviço para encontrar a sua marca. Outro fator que faz do SEO fundamental para marcas e empresas é considerar que o trabalho é sustentável. Ao contrário de uma campanha paga que quando termina, o tráfego também termina, no SEO você continua recebendo tráfego e melhorando seus números com otimizações ao longo do tempo. Além disso, é importante deixar claro que os algoritmos dos mecanismos de pesquisa sofrem atualizações de acordo com o que eles interpretam ser melhor para os usuários, até por isso as práticas de SEO tendem ser atualizadas de acordo com essas mudanças. Tipos de SEO O trabalho de otimização de SEO nos sites envolve trabalho de três áreas: Essas três áreas são fundamentais para explorar o máximo dos mecanismos de busca e garantir que você atinja o seu público-alvo. SEO Técnico Para o SEO um ótimo conteúdo se torna péssimo se o Google não conseguir rastrear e indexar. Ou seja, o que adianta um ótimo conteúdo se ninguém o lê?! Aqui está a importância do SEO Técnico, ele tem como objetivo facilitar o rastreamento e indexação dos conteúdos nos mecanismos de buscas. Gary Illyes, analista de tendências do Google, disse certa vez na comunidade do Reddit: “Faça esse maldito site rastreável”. Para tornar mais fácil dos mecanismos de busca descobrirem e acessarem o seu conteúdo e todo o seu site, elementos técnicos como estrutura de URL, navegação, links internos e outros fatores se fazem importantes aqui. A experiência do site é outro elemento crítico no SEO. Páginas que carregam rápido e oferecem uma boa experiência para o usuário saem em vantagem aqui. Neste sentido, Core Web Vitals, facilidade de uso e usabilidade em dispositivos móveis e HTTPS são pontos que se tornam vitais. Vale registrar uma mudança importante nessas métricas: desde 12 de março de 2024, o INP (Interaction to Next Paint) substituiu o FID (First Input Delay) como métrica de responsividade dos Core Web Vitals, conforme o anúncio oficial do time do Chrome. Outro fator que influencia e gera impactos positivos na otimização técnica são os dados estruturados (também conhecido como schema). Os dados estruturados têm como objetivo facilitar o entendimento dos mecanismos de busca para o conteúdo que será encontrado nas páginas do seu site. SEO no site (On-Page) O SEO no site inclui a produção de conteúdos com o foco no perfil do seu cliente, utilizando uma linguagem similar, de acordo com o público do seu site. Além de utilizar palavras-chave que seu público possa vir a pesquisar. É importante deixar claro que o conteúdo deve ser otimizado tanto para os seus usuários (de forma visual), como para os mecanismos de buscas (via código). Todo o conteúdo do site tem que ter como objetivo ser útil e de alta qualidade para quem estiver acessando. Conteúdos autorais, com ponto de vista próprio e experiência real, levam vantagem aqui. Vale um esclarecimento que costuma gerar confusão: o Google não penaliza um conteúdo apenas por ele ter sido produzido com apoio de inteligência artificial. A orientação oficial do Google é que o critério continua sendo a qualidade e a utilidade do material, e o que contraria as políticas é a produção em escala de conteúdo genérico para manipular ranqueamento. Na prática, a IA pode apoiar a produção, mas o diferencial segue sendo a experiência e a visão que só a sua marca tem. SEO fora do site (Off-Page) Tem várias atividades que você pode realizar fora do seu site que você no primeiro momento acredita que não possua relação, mas pode ajudar muito nos resultados

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