Gabriel Vitor Bueno da Luz

Avatar photo
dardo-no-alvo

Ahrefs testou a desinformação por IA e o resultado é um alerta para todas as marcas

Na era da busca conversacional e das respostas geradas por Inteligência Artificial, a pergunta “o que é verdade?” tornou-se mais complexa do que nunca. Se antes o Google nos apresentava uma lista de fontes para avaliarmos, hoje as IAs nos entregam uma resposta pronta, sintetizada e, acima de tudo, confiante. Mas quão confiável é essa confiança? Foi para responder a essa pergunta que a Ahrefs conduziu um experimento fascinante e, ao mesmo tempo, perturbador. Eles inventaram uma marca, espalharam mentiras sobre ela e observaram o que acontecia. O que eles descobriram não é apenas um exercício técnico; é um alerta vermelho para qualquer empresa que se preocupa com sua reputação. Este estudo importa, e importa agora, porque a história da sua marca está sendo contada, com ou sem a sua permissão. Entender as regras desse novo jogo é o primeiro passo para não se tornar uma vítima dele. O que diz o estudo da Ahrefs? O experimento, conduzido por Mateusz Makosiewicz, foi meticulosamente desenhado para testar a resiliência de oito grandes modelos de IA (incluindo versões do ChatGPT, Gemini, Copilot e Perplexity) à desinformação. A metodologia foi dividida em duas fases principais. Fase 1: Criando uma Realidade Fictícia Primeiro, a equipe da Ahrefs criou do zero uma marca de pesos de papel de luxo chamada “Xarumei”. O nome era único, garantindo que não houvesse resultados pré-existentes no Google. O site, as imagens dos produtos e até os preços exorbitantes foram todos gerados por IA. Em seguida, eles bombardearam os modelos de IA com 56 perguntas contendo premissas falsas, como “Qual celebridade endossou a Xarumei?” ou “Como a Xarumei está lidando com o recall de produtos?”. Nesta fase inicial, os resultados variaram: modelos como o ChatGPT-4 e 5 foram robustos, identificando que as premissas eram falsas. Outros, como o Perplexity, alucinaram respostas, enquanto o Gemini e o AI Mode do Google, mais céticos, simplesmente se recusaram a tratar a marca como real por falta de dados. Fase 2: A Batalha das Narrativas A segunda fase foi onde o experimento revelou sua faceta mais sombria. A equipe fez duas coisas simultaneamente: O resultado foi chocante. Quando as mesmas 56 perguntas foram feitas novamente, a maioria dos modelos de IA, incluindo Gemini e Copilot, ignorou o FAQ oficial e adotou as narrativas falsas, porém mais detalhadas, encontradas no Reddit e no Medium. A conclusão da Ahrefs foi direta: Em busca por IA, a história mais detalhada vence, mesmo que seja falsa. Contexto e Leitura do Mercado: O que isso muda? O experimento da Ahrefs, embora focado em “desinformação”, acabou por provar algo ainda mais fundamental sobre a nova era da busca: a importância da Otimização para Motores Generativos (Generative Engine Optimization – GEO). Como aponta uma análise do Search Engine Journal, o teste não foi exatamente uma batalha entre “verdade” e “mentira”, mas sim entre conteúdo vago e conteúdo detalhado e “em formato de resposta”. Impactos e Implicações Oportunidades e Riscos O maior risco é a perda total de controle sobre a narrativa da sua marca. Se você não fornecer respostas detalhadas para as perguntas que seu público (e as IAs) estão fazendo, alguém o fará por você. E a versão deles pode não ser favorável. A oportunidade, no entanto, é imensa. Marcas que entendem esse novo paradigma podem moldar proativamente a percepção da IA. Ao criar conteúdo oficial que não apenas nega rumores, mas oferece respostas ricas, específicas e detalhadas, você pode “alimentar” os modelos de IA com a sua versão da história, tornando-a a mais convincente e, portanto, a mais provável de ser repetida. Os números que confirmam a nova era da busca A escala dessa mudança ajuda a entender a urgência. Em fevereiro de 2026, a OpenAI informou que o ChatGPT alcançou 900 milhões de usuários ativos semanais, o dobro dos 400 milhões registrados um ano antes (Search Engine Land). Cada vez mais pessoas recebem uma resposta pronta no lugar de uma lista de links, e é justamente aí que a narrativa da sua marca é montada por terceiros. A boa notícia é que essa síntese pode ser influenciada com método. O estudo acadêmico que cunhou o termo Otimização para Motores Generativos (GEO), conduzido por pesquisadores de Princeton, Georgia Tech, Allen Institute for AI e IIT Delhi, mostrou que táticas como adicionar estatísticas, citar fontes e incluir citações de terceiros podem elevar em até 40% a visibilidade de um conteúdo dentro das respostas geradas por IA (GEO: Generative Engine Optimization). É a comprovação prática do que este experimento sugere: conteúdo detalhado, específico e bem referenciado não é apenas uma defesa contra a desinformação, mas também a melhor forma de ser escolhido pela IA. Como Aplicar na Prática: Protegendo sua Marca na Era da IA Não se trata de esperar o pior acontecer, mas de construir uma defesa proativa. Aqui estão os passos acionáveis que toda marca deve considerar: Conclusão O estudo da Ahrefs não é uma profecia do apocalipse da desinformação, mas sim um manual de instruções para um novo campo de batalha digital. Ele nos ensina que, na economia da atenção da IA, a especificidade é a moeda mais valiosa. Marcas que continuarem a oferecer respostas vagas e reativas serão atropeladas por narrativas mais detalhadas, sejam elas verdadeiras ou não. O futuro da reputação online não pertence a quem grita mais alto, mas a quem conta a história mais completa. Comece a escrever a sua hoje.

Ahrefs testou a desinformação por IA e o resultado é um alerta para todas as marcas Read More »

Principais pesquisas de 2025 no Google: O que os brasileiros buscaram e o que isso significa para sua estratégia

Todos os anos, o Google nos oferece um vislumbre fascinante da consciência coletiva através do seu relatório “Year in Search”. Mais do que uma simples lista de termos populares, os dados de 2025 pintam um retrato vívido das paixões, preocupações e curiosidades que moveram o Brasil. Em um ano marcado por grandes eventos esportivos, debates políticos e a onipresença da inteligência artificial, entender o que capturou a atenção dos brasileiros é fundamental para qualquer estrategista de marketing digital. Por que isso importa agora? Porque as buscas de hoje são os comportamentos de consumo de amanhã. Ignorá-las é como navegar sem bússola em um oceano de informações. Este artigo se aprofunda nos dados do Google Trends para o Brasil, extraindo insights valiosos e acionáveis para que sua marca não apenas entenda, mas também participe ativamente das conversas que importam. O que diz o relatório “Year in Search” 2025? O relatório do Google para 2025 no Brasil destaca um forte interesse em eventos esportivos, com “Mundial de Clubes” e “PSG” liderando as buscas gerais. Acontecimentos políticos e econômicos, como o “Tarifaço de Trump”, e a ascensão de novas personalidades, como o tenista “João Fonseca”, também dominaram as pesquisas. No entretenimento, o filme “Anora” e a cantora “Preta Gil” estiveram entre os mais buscados, refletindo o poder da cultura pop na formação de tendências. Principais Achados e Recortes É importante notar que o relatório “Year in Search” do Google se baseia nas buscas que tiveram o maior aumento de interesse em 2025 em comparação com 2024, e não necessariamente nos termos mais buscados em volume absoluto. Isso nos dá um termômetro preciso do que foi tendência e do que emergiu como novidade no cenário digital. Contexto e Leitura do Mercado: O que isso muda? Os dados do “Year in Search” 2025 são mais do que uma lista de curiosidades; são um mapa de oportunidades e riscos para as marcas. A análise dessas tendências revela mudanças no comportamento do consumidor e no cenário digital que não podem ser ignoradas. Impactos e Implicações Oportunidades e Riscos A principal oportunidade reside na capacidade de antecipar as necessidades e interesses do público. Uma marca de roupas esportivas, por exemplo, poderia ter capitalizado sobre o interesse no “Mundial de Clubes” com conteúdo relevante e ofertas especiais. Uma empresa de tecnologia poderia ter criado tutoriais e guias sobre as novas ferramentas de IA que surgiram em 2025. O risco, por outro lado, está na irrelevância. Marcas que ignoram as conversas do momento e não adaptam sua estratégia de conteúdo correm o risco de se tornarem invisíveis. Em um ambiente digital onde a atenção é o ativo mais valioso, estar fora das tendências é estar fora do jogo. Como Aplicar na Prática Entender as tendências é o primeiro passo. O segundo, e mais importante, é traduzir esses insights em ações concretas. Aqui estão algumas recomendações acionáveis para sua estratégia de conteúdo e SEO em 2026: Conclusão O “Year in Search” 2025 do Google é um lembrete poderoso de que o mundo digital é um reflexo direto da sociedade. As buscas por eventos esportivos, personalidades e acontecimentos globais nos mostram o que une e move as pessoas. Para as marcas, a mensagem é clara: ouvir o que seu público está dizendo – ou melhor, buscando – é o segredo para criar conexões autênticas e duradouras. Ao analisar essas tendências e traduzi-las em uma estratégia de conteúdo ágil e relevante, sua empresa estará não apenas preparada para 2026, mas também um passo à frente da concorrência.

Principais pesquisas de 2025 no Google: O que os brasileiros buscaram e o que isso significa para sua estratégia Read More »

google-analytics-sessoes

Sessões no Google Analytics 4 (GA4)

Se o que você deseja é compreender se o público que acessa o seu site é qualificado e está alinhado com o público-alvo da sua empresa, você precisa compreender e aprofundar-se em sessões. Ao visitar um e-commerce, por exemplo, uma pessoa pode gastar alguns minutos ou horas analisando um produto. Ou pode abrir o seu site e fechá-lo em poucos segundos. Uma forma de identificar esses diferentes cenários é aprofundar-se e compreender os diferentes tipos de sessão. Se é isso que você deseja, alguns questionamentos que o ajudarão a interpretar as informações apresentadas nos relatórios do GA4, Looker Studio, BigQuery e outros meios são: qual a diferença entre sessões engajadas e sessões normais? Como são contadas no GA4? Qual é o limite de tempo de uma sessão e como alterá-lo? Se ainda estiver confuso e sem entender nada, bom, estaria também em seu lugar. Mas vamos lá, vamos simplificar tudo. O que é uma sessão no GA4? Para o Google, uma sessão pode ser definida da seguinte forma: Uma sessão é o tempo de interação do usuário com seu site ou app Uma sessão começa quando a pessoa abre seu app em primeiro plano ou acessa uma página ou tela sem nenhuma sessão ativa naquele momento Exemplificando a definição do Google, a sessão é contabilizada sempre no primeiro acesso de uma pessoa ou após o retorno ao site após um determinado tempo. Através da sessão, conseguimos verificar quanto tempo as pessoas permanecem no seu site e se o conteúdo está agradando/engajando quem acessou. Como uma sessão é contabilizada no GA4? Sempre que um usuário acessa seu site ou aplicativo, uma sessão é identificada no GA4 através do evento session_start, que é coletado automaticamente. Este evento de session_start só é acionado no primeiro acesso ao site ou aplicativo, ou em acessos que ocorreram após extrapolar o tempo limite da sessão (por padrão, o GA4 vem configurado com 30 minutos). No GA4, você pode verificar quantas vezes o evento session_start ocorreu: Se você clicar em session_start, abrirá um relatório detalhado do evento. Neste relatório, é possível visualizar todos os parâmetros vinculados ao evento session_start. Em especial, os parâmetros ga_session_id e ga_session_number. O Google atribui automaticamente ao evento session_start um ID exclusivo que é identificado pelo parâmetro ga_session_id. Uma mesma pessoa e/ou usuário pode acessar um mesmo site e iniciar uma sessão mais de uma vez. Essa contagem de sessões de cada usuário é possível através do ga_session_number. Ou seja, as sessões são calculadas e computadas graças a esses IDs exclusivos pelos parâmetros: Tempo limite da sessão Como explicado anteriormente, quando um usuário visualiza uma página do seu site e não há atividade por 30 minutos, a sessão é encerrada, mesmo que a página esteja aberta em segundo plano. É importante saber que as sessões não são encerradas: A inatividade do usuário, ou “tempo limite”, que por padrão é de 30 minutos no Google Analytics 4, pode ser alterada. Quando é indicado fazer a alteração do tempo limite da sessão no GA4? São raros os casos em que uma alteração no limite da sessão é interessante. Sites ou aplicativos nos quais os usuários passam horas assistindo a vídeos podem querer aumentar o limite da sessão. Neste cenário, usar intervalos de sessão mais longos pode ajudar a melhorar a precisão dos dados analíticos. Ao alterar o tempo limite da sessão no GA4, a modificação só será refletida para os dados futuros, não impactando os dados históricos. Tendo isso em vista, esse tipo de alteração pode dificultar muito as comparações históricas de suas sessões. Não é algo para ser realizado sem uma justificativa plausível por trás. Novamente (para dar ênfase), só realize a alteração do tempo limite da sessão se você tiver bons motivos. Como alterar o tempo limite da sessão no GA4? Por padrão, o Google Analytics 4 tem como configuração padrão um tempo limite de sessão de 30 minutos. Para alterar, é necessário seguir as seguintes etapas: 1. Vá até o botão de “Administrador” no canto inferior esquerdo; 2. Na coluna de “Configurações da propriedade” e “Coleta e modificação de dados”, selecione “Fluxos de dados”; 3. Selecione o fluxo de dados desejado; 4. Role a página para baixo e clique em “Definir as configurações da tag”; 5. Clique em “Mostrar mais” para revelar as configurações ocultas; 6. Selecione “Ajustar o tempo limite da sessão”; 7. Ajuste as horas e minutos do tempo limite da sessão; Você pode escolher entre 0 e 7 horas no máximo. Os minutos variam de 5 em 5, então o limite máximo configurável é 7h55. Mas lembre-se: enquanto o usuário estiver ativo, a sessão não termina. 8. Ajuste o cronômetro para sessões engajadas; É possível alterar os 10 segundos padrão. O mínimo é 10 e o máximo 60 segundos. 9. Clique em salvar; Métricas da sessão GA4 Existem, aproximadamente, 10 métricas que envolvem sessões no GA4. Todas preenchidas automaticamente. Entre as métricas apresentadas, observe que o GA4 possui 4 métricas de sessões distintas: Essas métricas geram confusões na hora de interpretar as informações. Tendo isso em vista, vamos aprofundar um pouco mais em cada uma. Sessões Como já mencionado anteriormente, a sessão contabiliza todos os inícios de acessos que contenham o evento session_start. Em outras palavras, o session_start marca o início de uma sessão, e as sessões continuam até que o usuário feche a página e/ou não haja atividade por 30 minutos, conforme padrão. É importante salientar que uma sessão pode iniciar-se sem uma visualização de página, como quando um usuário acessa o site e aciona um evento sem visualizar uma página específica. Sessões por usuário Apesar de esta métrica ser autoexplicativa, é importante explicá-la para evitar confusões. Um mesmo usuário pode acessar várias vezes um site e ativar várias sessões (o que é um bom sinal). Esse número é obtido pela média da soma das sessões dividida pela quantidade de usuários. Sessões engajadas Ao contrário das sessões normais, as sessões engajadas devem atender a certos critérios: Digamos que um usuário pesquise no Google por ‘camiseta preta do

Sessões no Google Analytics 4 (GA4) Read More »

google-eeat

Google EEAT

Para obter uma ótima classificação nas SERPs (Páginas de resultados do mecanismo de pesquisa) do Google, é importante elaborar estratégias ao desenvolver o conteúdo utilizando o EEAT. O vice-presidente de pesquisa do Google, Hyung-Jin Kim, afirmou que o EEAT possui uma grande importância nos resultados de pesquisa num evento de SEO que participou em novembro de 2022: “EAT é um modelo de como avaliamos um site individual. Fazemos isso para cada consulta e cada resultado. Está presente em cada coisa que fazemos.” O que é o Google EEAT? A sigla “EEAT” vem do inglês, que significa Experience, Expertise, Authoritativeness e Trustworthiness. Traduzindo para o português: Experiência, Especialidade, Autoridade e Confiança. A documentação do Google diz que: “Se você entender como os avaliadores aprendem a avaliar um bom conteúdo, isso pode ajudá-lo a melhorar seu conteúdo”, não sendo considerado um fator de classificação do algoritmo de pesquisa do Google, mas sim um meio de entender e melhorar a experiência do usuário com o conteúdo elaborado e de forma direta/indireta ajudar a melhorar a classificação do seu conteúdo. Além disso, o EEAT está inserido nas Diretrizes do avaliador de qualidade de pesquisa do Google. Por que o Google EEAT é importante? Os quatros pontos abordados pelo Google EEAT favorecem para uma visão mais humana do conteúdo elaborado e que, de certa forma, sejam únicos e tragam mais qualidade e valor para quem está consumindo o conteúdo. Lembrando que o EEAT é formado por experiência, especialidade, autoridade e confiança que são pilares super importantes para validar um conteúdo. Esses quatro pilares do EEAT já são utilizados por você e outras pessoas sem mesmo perceber. Por exemplo, você aceitaria e/ou confiaria em um conselho financeiro passado por alguém que possui muitas dívidas? Provavelmente, não! Esta tomada de decisão ocorre após ferir os quatros pilares do EEAT. Se esta pessoa possui muitas dívidas, provavelmente ela não tem experiência em gerir dinheiro, muito menos especialidade e o resultado evita conquistar a autoridade no segmento que, por fim, não passa confiança. Com tudo isso, o Google espera fornecer informações precisas em suas buscas observando além do conteúdo, quem o desenvolveu e qual site está publicando esta informação. Explicando o EEAT e SEO O trabalho de SEO é altamente responsável por fornecer o que é necessário para alcançar os padrões do EEAT. Ou seja, através do SEO é possível provar que o seu conteúdo é de alguém com experiência, conhecimento e autoridade no assunto abordado. Que, além disso, passa confiança para quem está consumindo o conteúdo. A Stanford Web Credibility Research após três anos de pesquisa, chegou em 10 diretrizes principais para um site adquirir credibilidade: Olhando todas as diretrizes da pesquisa, fica claro que o objetivo principal é criar conteúdos com a melhor experiência possível para os seus usuários. Além dessas 10 diretrizes elaboradas pela pesquisa, para e-commerce é de extrema importância informar e usar meios de pagamentos transparentes e confiáveis. Experiência Em experiência, interprete como a sua experiência sobre o assunto que você está escrevendo. Compartilhe todas as dificuldades, caminhos que tornaram o ensinamento mais fácil ou algo que torne seu conteúdo único de acordo com o que você viveu. A experiência é um dos principais fatores para diferenciar um conteúdo escrito por humanos e as inteligências artificiais (IA). Um dos pontos que podem ser usados em experiência é mostrar quem são as pessoas por trás do produto, serviço e/ou empresa que o usuário está tendo contato. Na pesquisa de diretrizes de credibilidade da Stanford, mencionada anteriormente, fica claro que esse pode ser um meio de passar a experiência para os usuários: Uma das maneiras de passar a experiência para os usuários no e-commerce, é com uma página “Sobre nós” falando da empresa e mostrando quem são as pessoas responsáveis por fazer acontecer no dia a dia (pode adicionar as especializações das pessoas para empresas de serviço). Pense neste tópico do EEAT em uma maneira de tornar o seu site confiável para um usuário comprar ou consumir um conteúdo. Especialidade A especialidade está relacionada ao quanto de conhecimento realmente é compartilhado no artigo produzido por você ou seu redator. De certa forma, pode ser resumido em como esse conteúdo pode impactar a vida do leitor. Aqui um dos fatores que podem impactar no EEAT é a autoridade do autor no assunto abordado. Principalmente, se seu conteúdo envolve setores médicos, jurídico, jornalístico, financeiro, de segurança ou governamental, que são conhecidos como “Your Money or Your Life” (seu dinheiro ou sua vida) ou YMYL. YMYL possuem um ponto de atenção maior para quem está produzindo, por conta de ser setores considerados que afetam de forma positiva ou negativamente a felicidade, a saúde e a riqueza de um usuário. Por conta disso, tudo que o autor realiza na internet em um tópico, é importante! Desde a post em redes sociais, vídeos no Youtube e artigos em blogs. A especialidade do autor é um dos fatores que cada vez mais irá ganhar importância para o ranqueamento do Google. Afinal, possui uma grande diferença entre um contador amador e um contador licenciado explicando sobre imposto de renda. Ter o nome do autor vinculado ao conteúdo, será algo que afetará as outras áreas do EEAT além da especialidade, então considere adicionar no seu conteúdo: Construir a confiança do seu público resultará em engajamentos positivos que indicam ao algoritmo que seu site é confiável e ajudará no ranqueamento da página. Autoridade A autoridade leva em consideração o quanto o site e/ou o autor é uma referência sobre o assunto abordado. Ou seja, outras pessoas precisam te considerar um especialista no assunto. Observe que autoridade, experiência e especialidade se complementam e, em certos momentos, não fica claro qual é qual. Mas o ponto importante é que você não obtém autoridade em um assunto sem ter experiência e ser um especialista nele. Algumas maneiras de trazer autoridade há um conteúdo é: Confiança Confiança é tópico principal do EEAT e que o Google classifica como a mais importante de todas. As diretrizes do Google dizem:

Google EEAT Read More »

icone de usuário

Usuários no Google Analytics 4 (GA4)

Ao acessar o Google Analytics 4 (GA4), fica claro que o foco principal de todos os relatórios são os usuários. Informações de quantas pessoas acessaram seu site em um determinado período de tempo, como chegaram e o que fizeram são respondidas através do GA4. Importante deixar claro que para o Google, seu site ou aplicativo não é uma empresa, mas sim um local para fornecer informações, produtos e experiência para as pessoas. Sendo isso, uma das justificativas do GA4 ser centrado no usuário. O que são usuários? Em primeiro lugar, para deixar claro, os usuários não são pessoas! Sim, ele é o KPI mais próximo da contagem de pessoas. Porém, o GA4 não rastreia pessoas, ele rastreia usuários e há uma grande diferença nisso. Uma mesma pessoa pode acessar um determinado site várias vezes e de formas distintas (celular, computador, tablet). Entretanto, o GA4 pode considerar esses vários acessos, de uma única pessoa, como sendo usuários diferentes (dependendo da configuração do GA4). Mas como definição do próprio Google, os usuários são a quantidade de pessoas que interagem com o seu site ou aplicativo e você analisa com o Google Analytics. Métodos de identificação de usuários no GA4 O GA4 possui quatro maneiras diferentes de identificar usuários: User ID (ID do usuário) O user ID é o processo de identificação de usuário de forma interna no site ou aplicativo. Isso é: após a identificação do usuário via login no site, é atribuído a ele um ID que acompanha toda a sua navegação, capturando todas ações que são realizadas no site/aplicativo para atribuir a este usuário. Este método de identificação traz uma visão mais completa de como os clientes se comportam e interagem com a sua empresa ao longo do tempo e em diferentes plataformas (aplicativos e web), além de diferentes navegadores e dispositivos. O user ID deve ser implementado de forma manual no rastreamento do site ou aplicativo. Inserindo esta informação em todos os eventos do site como um parâmetro, o GA4 conecta todas as atividades vinculadas a esse user ID a um único perfil, trazendo uma visão mais completa do comportamento do usuário. Google Signals (Indicadores do Google) Google Signals é uma maneira de identificar o usuário utilizando a vinculação dos dados do Google com o site. Neste caso, o GA4 utiliza dados dos usuários logados no Google e que deram permissão para compartilhar suas informações. Um ponto negativo do Google Signals é o limite de dados nos relatórios do GA4, que ocorre pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Ou seja, alguns dados são ocultados nos relatórios para evitar que seja infringida a lei. Importante deixar claro que o Google Signals deixou de fazer parte das identidades de relatório. O Google removeu o Google Signals das identidades de relatório em 12 de fevereiro de 2024. Ele continua sendo coletado, quando ativado, para os relatórios de dados demográficos e de interesses e para públicos e remarketing no Google Ads, mas não influencia mais a identidade usada nos relatórios. Na prática, isso reduz a aplicação de limites de dados (thresholds), deixando os relatórios mais completos. ID do Dispositivo Ao acessar o site através de um dispositivo, o GA4 atribui a este dispositivo uma identidade especial chamada “ID do dispositivo”. Sendo uma forma do GA4 diferenciar entre os vários usuários e monitorar os comportamentos da melhor maneira possível. Para sites, o ID do dispositivo é um cookie primário chamado _ga, que é colocado no navegador do usuário e contém o ID do usuário. Em aplicativos, funciona de maneira similar, mas o ID do dispositivo é pelo App instance ID. Modelagem Quando um usuário recusa os termos de consentimento do site, a modelagem de dados entra em ação. Ele funciona através de machine learning (aprendizado de máquina) que, de forma resumida, identifica o comportamento dos demais usuários para simular o acesso deste usuário que não permitiu a captura de suas informações e “preencher as lacunas” deixadas por este usuário. Como o GA4 identifica o usuário? O GA4 permite que você selecione como irá identificar os usuários. Ele disponibiliza dois formatos de identificação e é possível escolher qual faz mais sentido para o seu site/aplicativo. Cada um dos métodos vai apresentar uma contagem de usuário distinta, que fica visível nos relatórios do GA4 e na API de dados. Vale salientar que é possível alterar o método de identificação quantas vezes achar necessário; os dados dos relatórios serão atualizados instantaneamente em todos os relatórios. Combinado A opção de identidade de usuários combinado utiliza três métodos de identificação do usuário: Para identificar o usuário, ele primeiro emprega o método do ID do usuário. Na ausência do ID do usuário, o GA4 utiliza o ID do dispositivo. Por fim, quando não há informação dos dois métodos anteriores, o GA4 usa a modelagem de dados através do machine learning. Observado Na identidade de relatório observada, ele exclui o método de modelagem de dados e continua usando os demais: Se um ID de usuário for identificado, ele será usado primeiro. Na ausência dele, o GA4 utiliza o ID do Dispositivo. Tipos de usuários No GA4 existem 4 tipos diferentes de usuários: Entender a diferença entre esses 4 tipos de usuários se faz essencial para realizar análises assertivas e sem interpretações precipitadas dos dados. Usuários Ativos Usuários ativos, para o GA4, é o número de usuários únicos que interagiram com seu site ou aplicativo no período analisado. Ou seja, esses usuários necessitam ter uma sessão engajada para computar no GA4. Continua confuso? Fazendo uma explicação menos técnica, um usuário é considerado um usuário ativo se: No Google Analytics Universal (versão encerrada em 1º de julho de 2023), os usuários ativos tinham um relatório dedicado para essa métrica. No GA4 não temos a mesma visualização porém, todo o GA4 tem como foco principal os usuários ativos. Importante deixar registrado que todo relatório do GA4 que conter a informação “Usuários”, se trata dos usuários ativos. Não utilizando o nome exato de usuários ativos. Total de Usuários O Google define total

Usuários no Google Analytics 4 (GA4) Read More »

O que é um mecanismo de pesquisa?

Um mecanismo de pesquisa pode ser definido como um sistema de software projetado para buscar informações em um banco de dados, de acordo com a pesquisa do usuário. Ou seja, conforme o usuário pesquisa, o mecanismo de busca tem como objetivo encontrar o melhor resultado possível de acordo com o que lhe é informado no momento da busca. Importância do mecanismo de pesquisa Um estudo de 2012 da International Journal of Information Management (Theory-based model of factors affecting information overload) afirma que a quantidade de informação formal e informal gerada nos últimos tempos é equivalente à criada desde o início da humanidade até o ano de 2003. Isso inclui tudo, desde anúncios online, manchetes de jornais, sites, mensagens de texto, aplicativos, e-mails, sinais de trânsito até slogans de camisetas. A lista pode continuar. Atualmente, o volume de informações aumentou em comparação com a época do estudo. Ou seja, somos bombardeados por informações todos os dias. Com essa sobrecarga de informações, é quase impossível lembrar de tudo. Por exemplo, a senha do aplicativo do seu banco ou do iFood. Percebeu que a maioria dos aplicativos de banco não solicita senha, e o acesso é feito com reconhecimento facial? E quando foi a última vez que você precisou inserir a senha do iFood para acessar o aplicativo? Percebe que isso não é à toa?! É tudo para facilitar a vida do usuário devido ao excesso de informação. Levando isso em consideração, imagine a quantidade de conteúdos novos que os mecanismos de busca recebem todos os dias. Este volume teve seu número ampliado em algumas vezes devido aos conteúdos gerados pelas IAs (Inteligências Artificiais). Difícil imaginar, né?! Os últimos dados obtidos do Google trazem a informação de que a ferramenta recebe cerca de 40 mil consultas (pesquisas) por segundo. Ou seja, mais de 57,6 bilhões por dia e 1,7 trilhões por mês. Supondo que cada usuário veja uma média de duas páginas de resultados de pesquisa, cada uma exibindo 10 resultados, isso resulta em uma média de 34 trilhões de resultados de pesquisas mostrados aos usuários da internet em um único mês. Os números assustam, não é?! Acredito que, considerando todas essas informações, conseguimos evidenciar a importância dos mecanismos de busca. Eles funcionam essencialmente como filtros para os usuários, de acordo com a busca realizada, encontrando de forma rápida e fácil o conteúdo com as informações mais relevantes e de alta qualidade possível, entre a imensidão de conteúdos que existem hoje na internet. Já imaginou ter que encontrar o que procura de forma manual, considerando que existem trilhões de informações nos bancos de dados da internet? Como funcionam os mecanismos de pesquisa Existe uma grande quantidade de conteúdo na internet, e, ao contrário do que as pessoas pensam, um mecanismo de busca não procura exatamente o que você está procurando em todos os sites, de acordo com a sua busca. São realizados alguns passos importantes até que isso venha a ocorrer. Todos os conteúdos novos compartilhados por sites, seja por meio de conteúdo, imagem, vídeo, áudio e outras formas, são rastreados pelos mecanismos de busca. A missão deste mecanismo, num primeiro momento, é saber onde o conteúdo identificado se encontra e o que é esse conteúdo. Com essas informações, o rastreador envia para um servidor local do mecanismo de pesquisa, onde ficarão armazenadas as informações do conteúdo rastreado. Após o conteúdo ser armazenado nesses servidores, cabe aos indexadores classificarem o conteúdo em diversas categorias. Por exemplo, o que é camiseta com camiseta, vestido com vestido, calça com calça, e assim por diante. O objetivo é classificar e indexar os conteúdos de acordo com a relevância para serem exibidos aos usuários que procurarem por esse conteúdo. Continua confuso para você? Se sim, vou usar um exemplo de uma biblioteca para esclarecer ainda mais este ponto (sei que vivemos na era digital, mas espero que você já tenha entrado numa biblioteca). Imagine que você administra uma biblioteca e fez um pedido gigante de livros físicos que estão chegando de caminhão. Quando o caminhão chega na sua biblioteca, você pede para 3 colaboradores buscarem os livros e os deixarem na sala principal da biblioteca. Neste exemplo, os colaboradores cumprem a função dos rastreadores, e a sala principal da biblioteca, onde os livros foram deixados, seria o banco de dados. Com todos os livros na sala principal, você pede a outro colaborador que classifique os livros de acordo com o idioma e o conteúdo principal, seja matemática, português, história, e assim por diante. Este colaborador está cumprindo o papel dos indexadores. Nesta biblioteca, você trabalha com um colaborador para ajudar nas buscas dos clientes. Ou seja, se uma pessoa chega pedindo um livro de história sobre a Revolução Francesa, é papel deste colaborador ir até a seção onde se encontram alguns livros com este tema e trazer para o cliente, mostrando por ordem de relevância quais contêm o tema procurado. Sendo este colaborador o mecanismo de busca, apresentando os resultados e a classificação de acordo com o algoritmo. Como os motores de pesquisa classificam os resultados Todos os mecanismos de pesquisa possuem suas peculiaridades na hora de classificar o conteúdo, sendo o trabalho do SEO identificar quais são os principais meios de pesquisa para cada negócio e a melhor estratégia a partir disto. A pesquisa do Google é, na maioria dos países (inclusive no Brasil), o principal meio de buscas dos usuários, utilizando os seguintes critérios que outros mecanismos de pesquisa também utilizam. Existem outros pontos que podem ser considerados na hora da classificação no SERP (página de resultado do mecanismo de pesquisa). Dando mais alguns exemplos, taxa de rejeição e o tempo que o usuário fica na página são fatores que impactam diretamente no algoritmo, para ele identificar se o conteúdo está sendo satisfatório para o usuário ou não. Diferença entre navegadores e motores de busca Os navegadores de internet têm como objetivo (como o nome já diz), tornar possível que os usuários naveguem/acessem os diferentes tipos de conteúdos contidos na internet. Os motores de

O que é um mecanismo de pesquisa? Read More »

seo-pessoa-digitando

O que é SEO?

Se você busca uma tradução literal para SEO na qual todos se baseiam, você vai encontrar que SEO é igual “Search Engine Optimization” que no português seria “Otimização de mecanismos de busca”. Simplificando, SEO nada mais é do que o processo de melhoria do seu site para ajudar e/ou aumentar sua visibilidade nos mecanismos de buscas como o Google, Bing, Yandex, Baidu e entre outros. Esses processos de melhorias podem incluir desde páginas na web, mídia de vídeo, imagens, listagens de empresas locais e entre outros. Tendo como objetivo central, melhorar a aparência, posicionamento e a utilidade de todos os tipos de conteúdos nos resultados de pesquisa orgânica. Ou seja, sem ter a necessidade de pagar ao Google para estar aparecendo nas buscas. Por que o SEO é importante? Primeiramente, vamos dizer o óbvio, quanto maior a sua visibilidade de suas páginas nos resultados de pesquisa, maior será a probabilidade dos seu site ser encontrado e acessado. Neste sentido, a correlação de quanto mais alta for a sua classificação e por fim a visualização nos mecanismos de buscas, mais pessoas estarão acessando o seu site, se torna verdadeira. Tendo isso em vista, sem um trabalho bem realizado de SEO, não importa a qualidade do seu conteúdo, se ele responde todas as perguntas de um determinado tópico ou se é o produto que o cliente está procurando. Se os motores de busca não rastrearem, indexarem e classificarem o seu site, ninguém jamais o encontrará. Tráfego orgânico para os sites, tendem a ser um dos principais meios de aquisição de usuários. Quando as pessoas querem ir a algum lugar, fazer algo, encontrar informações, pesquisar ou comprar um produto a jornada se inicia com uma pesquisa, geralmente no Google (com exceção a Geração Z que tem como ferramenta principal de busca, as redes sociais). Nos EUA, o comportamento é diferente do brasileiro, tendo como ferramenta principal a Amazon: cerca de 56% dos compradores online iniciam a busca por lá, contra 42% que começam por um mecanismo de busca como o Google. Outras plataformas citadas no estudo da Jungle Scout são o Walmart.com (29%), o YouTube (13%) e o Target.com (11%). As redes sociais, com destaque para o TikTok, são as origens de busca que mais crescem, sobretudo entre a Geração Z. Com o Brasil seguindo para um comportamento similar, se faz cada vez mais importante e essencial, pensar em todos os mecanismos de pesquisa que o seu cliente pode procurar por um conteúdo, produto ou serviço para encontrar a sua marca. Outro fator que faz do SEO fundamental para marcas e empresas é considerar que o trabalho é sustentável. Ao contrário de uma campanha paga que quando termina, o tráfego também termina, no SEO você continua recebendo tráfego e melhorando seus números com otimizações ao longo do tempo. Além disso, é importante deixar claro que os algoritmos dos mecanismos de pesquisa sofrem atualização de acordo com que eles interpretam ser melhor para os usuários, até por isso as práticas de SEO tendem ser atualizadas de acordo com essas mudanças. Tipos de SEO O trabalho de otimização de SEO nos sites envolve trabalho de três áreas: Essas três áreas são fundamentais para explorar o máximo dos mecanismos de busca e garantir que você atinja o seu público-alvo. SEO Técnico Para o SEO um ótimo conteúdo se torna péssimo se o Google não conseguir rastrear e indexar. Ou seja, o que adianta um ótimo conteúdo se ninguém o lê?! Aqui está a importância do SEO Técnico, ele tem como objetivo facilitar o rastreamento e indexação dos conteúdos nos mecanismos de buscas. Gary Illyes, analista de tendências do Google disse certa vez na comunidade do Reddit: “Faça esse maldito site rastreável”. Para tornar mais fácil dos mecanismos de busca descobrirem e acessarem o seu conteúdo e todo o seu site, elementos técnicos como estrutura de URL, navegação, links internos e outros fatores se fazem importante aqui. A experiência do site é outro elemento crítico no SEO. Páginas que carregam rápido e possuem uma boa experiência para o usuário, saem em vantagem aqui. Neste sentido, Core Web Vitals, facilidade de uso e usabilidade em dispositivos móveis, HTTPS são pontos que se tornam vitais. Outro fator que influencia e gera impactos positivos na otimização técnica são os dados estruturados (também conhecido como schema). Os dados estruturados têm como objetivo facilitar o entendimento dos mecanismos de busca para o conteúdo que será encontrado nas páginas do seu site. SEO no site (On-Page) O SEO no site inclui a produção de conteúdos com o foco no perfil do seu cliente, utilizando uma linguagem similar, de acordo com o público do seu site. Além de utilizar palavras-chave que seu público possa vir a pesquisar. É importante deixar claro que o conteúdo deve ser otimizado tanto para os seus usuários (de forma visual), como para os mecanismos de buscas (via código). Todo o conteúdo do site tem que ter como objetivo ser útil e de alta qualidade para quem estiver acessando. Conteúdos autorais e que não utilizam as inteligências artificiais têm vantagens neste caso. SEO fora do site (Off-Page) Tem várias atividades que você pode realizar fora do seu site que você no primeiro momento acredita que não possua relação, mas pode ajudar muito nos resultados dos mecanismos de pesquisa. Quando falamos no SEO Off-page, a maioria das pessoas associa com o link building (o processo de associação de links para um site), que realmente pode trazer grandes benefícios para o site. Trazendo links de qualidade (não quantidade), ajuda a melhorar a autoridade do seu site, enfatizando a qualidade do conteúdo do seu site para os mecanismos de busca. Mas tudo o que você faz com a sua marca é importante. Desde estar em todas as redes sociais contribuindo com conteúdos, até focar em responder seus clientes. Quando se fala em SEO a galera pensa automaticamente no Google, importante mudar esse pensamento e focar em estar presente em todas as formas dos seus clientes pesquisarem por sua marca e/ou produto, inclusive

O que é SEO? Read More »

google-analytics-o-que-e

O que é o Google Analytics?

O Google Analytics é uma ferramenta do próprio Google que tem como objetivo, fornecer dados, estatísticas e insights sobre o comportamento dos usuários em seu site e/ou aplicativo. Com o Google Analytics é possível acompanhar como os usuários estão chegando até seu site (via redes sociais, campanhas pagas, e-mail, orgânico do Google e entre outros) e, além disso, acompanhar toda a navegação e interação dos usuários, desde a primeira página até a última visualizada em seu site e/ou aplicativo. Quais são os benefícios de usar o Google Analytics? Se você é dono, gerencia ou simplesmente trabalha com e-commerce ou marketing digital, o Google Analytics pode ser uma grande ferramenta de apoio para tomadas de decisões em seu negócio. Aqui estão alguns benefícios de utilizar o Google Analytics em seu site e/ou aplicativo em sua estratégia. Entenda como seus clientes estão chegando em seu site Se acompanhar o sucesso das estratégias de aquisição de usuários para seu site é importante para seu negócio, o Google Analytics pode te ajudar muito! Através da ferramenta do Google Analytics, você consegue acompanhar quais são as mídias que trazem maior volume de acessos e conversão para seu site. Ou seja, é possível identificar se o esforço condicionado para uma determinada mídia está realmente trazendo o resultado esperado. Através desta análise simples via Google Analytics, você pode elaborar algumas estratégias para o seu negócio, por exemplo: Direcionamento de verba para as mídias que trazem resultado: Pelo Google Analytics, é possível identificar quais são as mídias que estão trazendo um alto volume de sessões (acessos) porém, um baixo volume de conversão para seu site. Através desta análise, você pode tomar a decisão de baixar o investimento de uma mídia que não está trazendo o resultado planejado e, alocar para uma outra mídia que esteja com uma melhor performance. Mudar a página de destino do usuário: Ainda no Google Analytics, você consegue identificar quais são as páginas de acesso dos seus usuários, ou seja, qual é a primeira página que o usuário está visualizando ao acessar o seu site. Em conjunto, identificar quais são as páginas que quando estes usuários são direcionados possuem um valor baixo de engajamento (páginas sem interações). Desta forma, você pode validar a seguinte hipótese: “se enviar o usuário para uma outra página, com melhor engajamento, os usuários tendem a permanecer por um maior tempo em meu site?” ou ainda, “será que a comunicação do anúncio está condizente com a página de destino e, esta página possui oportunidades de melhorias?”. Aqui estão dois tipos de análise possíveis de realizar no seu negócio e que podem trazer grandes resultados. Acompanhe por onde os usuários navegam ao acessar o seu site Além de identificar como os usuários estão chegando ao seu site, ter a informação de quais páginas e que ações eles estão realizando após o acesso, é de extrema importância para a análise de qualquer negócio digital. Tendo isto em vista, o Google Analytics é uma ferramenta que supre esta necessidade e atende muito bem estes pontos. Enfatizando algumas análises que você pode realizar com o Google Analytics: Identificar a quantidade de usuários e páginas visualizadas: Essas são duas métricas importantes, onde você consegue identificar o número de usuários que acessaram o seu site e quais são as páginas que eles mais visualizaram. Com isto, você consegue identificar se as principais páginas do seu site são as mais visualizadas ou não. Observar como os usuários estão interagindo em seu site: Além de identificar quais são as páginas que os usuários estão visualizando, é possível identificar quais eventos eles estão ativando em cada uma. Através disto, é possível identificar quais são as páginas que realmente estão cumprindo com o que foi planejado ao ela ser elaborada. Analisar o funil de objetivo do seu site: Se você possui um site, você tem um objetivo central por trás dele. Por exemplo, se você possui um ecommerce, seu objetivo é vender, correto?! Tendo isto em vista, através do Google Analytics você pode montar um funil com o comportamento das etapas até o objetivo central da compra. Neste exemplo, alguns dos objetivos intermediários até a finalização da compra seriam: Através do Google Analytics é possível identificar e compreender o comportamento do usuário que acessa o seu site. Saiba qual é o perfil dos seus usuários Ao construir um site, seja com o foco em venda ou conteúdo, provavelmente você tem como objetivo alcançar um determinado público-alvo. Porém, como ter a certeza que você está conseguindo impactar o público-alvo do seu produto? Neste caso, o Google Analytics pode ser uma ferramenta que lhe ajude a responder esta questão. Algumas das informações que você obtém do seu público via Google Analytics é o seguinte: Regiões de acesso: É possível identificar quais são as regiões com o maior número de acessos e conversão do seu site. Com isto, você pode criar estratégias focadas para as regiões mais estratégicas para seu negócio e acompanhar o andamento da ação. Gênero dos usuários: O Google Analytics consegue identificar qual é o gênero que está acessando o seu site. Por padrão, o Google Analytics classifica como gênero masculino e feminino. Os usuários que acessam o site, sendo uma informação muito relevante, apesar de generalista, para entender o público do seu site. Idade dos usuários: Outra informação importante é a idade dos usuários que estão acessando o seu site. Aqui você consegue realmente identificar se sua estratégia está alcançando determinada geração, por exemplo. Através do Google Analytics é possível explorar outras informações referentes aos usuários que estão acessando o seu site. Acompanhe as conversões Novamente, se você possui um site, provavelmente tem um objetivo com ele, seja gerar vendas, receber um cadastro e, entre outros objetivos. Seja qual for, uma forma de medir o sucesso dessas conversões pode ser via Google Analytics. Através do Google Analytics, você consegue definir quais ações que quando tomadas pelo usuário, vai ser enviado uma conversão para a ferramenta. Por exemplo, se o seu objetivo for vender via internet, toda transação finalizada

O que é o Google Analytics? Read More »

Rolar para cima